Como transformar riscos psicossociais em aliados da gestão de pessoas.
Riscos psicossociais: o que eles revelam sobre a empresa, mesmo porque eles não surgem do nada. Eles são sinais.
Riscos psicossociais: o que eles revelam sobre a empresa, mesmo porque eles não surgem do nada. Eles são sinais.
Estamos em 2025 e algumas vozes se destacam em analisar e descrever modelos de liderança com base nas tendências atuais. Em meio a transformação tecnológica, a diversidade no local de trabalho e a necessidade de sustentabilidade ecológica e humana.
Mas nem tudo são flores dentro do cérebro de pessoas com esse perfil. Nós corremos mais risco de não terminarmos o que começamos, sentirmos uma ansiedade além da conta, por não ocuparmos um padrão linear no "modelo industrial" das pessoas bem sucedidas e pior, podemos ser vistos e julgados injusta e constantemente pelos diferentes de nós. Eles afirmam que todos nascemos e morreremos "com foco suficiente" para apenas uma carreira.
Uma compreensão clínica e psicológica do adoecimento pelo trabalho no contexto brasileiro contemporâneo Base bibliográfica: Hans Selye e Herbert Freudenberger, além de pesquisadores brasileiros como Christophe Dejours, Wanderley Codo e Mônica Lírio Lipp, cujos trabalhos abordam a psicopatologia do trabalho, a síndrome de burnout e a relação entre trabalho e sofrimento psíquico Material resumido pela IA com a curadoria de Gisele Cipili e Programa Me Inspira
Os 7 Tipos de Descanso (segundo Saundra Dalton-Smith) Cansaço Físico: Corpo, músculos, sono, alongamento. Exemplo: dormir bem, fazer pausas, receber massagem. Cansaço Mental...
Hoje a ciência é capaz de investigar nosso cérebro em plena atividade através de máquinas sofisticadas e potentes. Exames sanguíneos podem mensurar nossos níveis de serotonina, um neurotransmissor chave para o equilíbrio do humor. Os processos terapêuticos foram amplamente divulgados através de conteúdos sobre a necessidade de autoconhecimento e inteligência emocional. Mas o que temos aprendido sobre nosso posicionamento de destino? Somos destinados ou nos destinamos?
O psicólogo organizacional Adam Grant, do qual sou fã, escrevendo sobre a generosidade em seu livro Dar e Receber, explica sobre os efeitos das conexões significativas na vida e no trabalho. E quando penso nos conselhos dele sobre ficarmos atentos aos tipos de pessoas com as quais convivemos, é ainda mais difícil, acreditar que existe algum ganho na tentativa do convívio fugaz e raso com muita gente.
E quem é então esse “relojoeiro das galáxias” que controla o tempo? Quem sabe têm alguém com uma ampulheta gigante virando esse objeto por anos, até que um dia, para mim e para você, ele pára. E a areia não irá cair mais. Acabou nosso tempo.
https://youtu.be/Y6xcxezdVi0?si=BuhiL-43bNPhfwH4
https://youtu.be/eDPYWglVtn8?si=QCazAgdj2UfYPZYa